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Dica de aplicativo: Pocket!


Vocês sabem que sempre que encontro algo legal venho compartilhar com vocês e a bola da vez (não é a Brazuca que entrou nada menos que 7 vezes no gol brasileiro ontem) é o aplicativo Pocket. É o meu achadinho do coração. Ele é um aplicativo que te permite passar textos, reportagens, posts de outros blogs e até imagens diretamente do computador ao celular sem necessidade de cabos! É só ter internet nos dois no momento em que for transferir o arquivo. Ele é perfeito para aqueles dias em que você tem algo importante da faculdade para ler ou está interessada em ler algumas postagens de outros blogs só para passar o tempo no ônibus. 

Dia desses zapeando pela Playstore encontrei o lindão e logo baixei pra ver qual era. Então fiz o que pediam: no Google Chrome, meu navegador, baixei uma extensão de mesmo nome, conectei uma conta (super fácil, pode ser uma conta google, do facebook...) e comecei a usar feliz.

Logo em seguida, cada foto ou guia que eu abria no meu navegador tinha um novo botão, o botão Pocket, que é esse com a setinha para baixo que vocês vem na ilustração acima. Ele é o portal de passagem de todos os arquivos.

Tirei uns prints da tela do meu celular para mostrar a vocês a interface dele:


Ah, é importante dizer que alguns aplicativos do próprio celular enviam informações para serem armazenadas no Pocket. Utilizei-o para ler alguns artigos e reportagens sobre a doença de Alzheimer, que eu estava super curiosa para saber como acontecia. E num momento sem internet, numa sala de espera, devorei todos os artigos só por causa desse lindão! 

Esse artigo que vocês veem ter uma estrelinha do lado é um que eu favoritei e ele fica numa lista de favoritos que já já vocês verão como acessar.



E essa é a interface do programa, com os artigos lidos (que você arquiva no ícone de checked), tags e separados por categoria. 


Prós

  • Não precisa de internet para ler o que foi salvo
  • É super rápido
  • Não pesa muito (poupa enorme espaço)
  • Você pode separar em tags (ou assuntos)
  • Há opções de compartilhar no WhatsApp, Facebook, Twitter...

Contras


  • Depois de arquivados, você só pode ver tais artigos no computador
  • Não é possível alterar os nomes dos artigos.
  • Não está disponível para Windows Phone, apenas para Andoid e iOS



Já conhecem o aplicativo ou estão afim de conhecer? Comentem!

Quando os sonhos se tornam realidade

Lembro que aos 13 anos eu tinha medo de sangue, mas eu tinha uma vontade muito grande de me tornar médica.
Fui ensinada a lutar contra meus medos e por esse motivo decidi fazer um concurso extremamente concorrido para estudar na Escola Politécnica da Fiocruz. Como sabem, lá me tornei uma técnica de Análises Clínicas e orgulho-me de dizer que não tenho mais medo de sangue (hoje tenho verdadeiro amor).
Desde minhas brincadeiras de médica quando criança até tudo virar uma obsessão de querer salvar vidas, eu amadureci na porrada. A vida vai moldando a gente pelos estresses, pelas provas diárias. Muitas vezes quis desistir, mas graças a Deus tenho amigos que viam em mim um dom que eu demorava a perceber: o de cuidar. E quando eu quis desistir de tudo por uma bolsa de estudos nos EUA, me colocaram na realidade: "você seria feliz fazendo qualquer coisa que não fosse exercendo seu dom?"
Não.
E hoje essa insistência culminou na minha matrícula na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, no curso de medicina. Hoje recebi a grade que por tantos anos ansiei, com todas as matérias que eu um dia quis estudar. Hoje eu me sinto aos poucos acostumada com a ideia de ser uma estudante de medicina, a que eu sempre sonhei, e daqui a algum tempo estar na linha de frente do conforto e salvamento de diversas vidas que passarão pelas minhas mãos.
Meu Deus, obrigada por tudo!!!

E isso aqui no blog traz óbvias mudanças. Pretendo iniciar uma tag sobre a vida do estudante de medicina, desde os primeiros períodos até os finais e a residência. Obviamente, meu tempo está curto (aula de 8-17 hrs e aulas aos sábados). Os posts vão ficar mais regulares, mas não diários. E eu ainda tenho uma surpresinha mais pro fim do mês. Get ready!

Comprando presentes para meninos



Depois de amanhã é aniversário do meu namorado (o menino é só três dias mais velho que eu, amor desde a maternidade) e todo ano é a mesma coisa: eu não sei o que dar de presente pro hômi. Fico naquela indecisão, naquele desespero e hoje ainda não comprei o presente. Pelo menos esse ano eu sei o que dar. UFA!

Pensando nisso e em todas as mulheres que depois de anos de namoro ficam sem ideias (porque ficam mesmo), eu aproveitei esse período de aniversário e pré-dia-dos-namorados para criar esse post aqui com ideias legais do que dar pro seu namorado ou pro amigo, ficante, sei-lá-mais-quem

A primeira dica que dou é: trace um perfil do cara. Como ele se veste, músicas que escuta e coisas que gosta. Vou traçar o perfil do Lucas aqui para vocês acompanharem, ok??


1: Lucas se veste no basicão, mas gosta de um basicão ajeitadinho. Calça jeans, bermuda, camiseta legal (com uma estampa sempre diferente) e chinelo. Porém ama um perfume.

2: Lucas toca guitarra e é fã dos Peppers.

3: Lucas faz engenharia. Portanto, gosta de química, física e matemática. Sim, ele é nerdzinho.

4: Lucas ama ler.


Com essas informações, eu já dei de presente: 

  • Perfume (e me arrependi, um vidro muito grande acabou em UM MÊS!!)
  • Um moletom do Queens of the Stone Age
  • Me propus a pagar o ingresso do show do Paramore dele
  • CDs do Red Hot Chili Peppers, Coldplay, Foo Fighters
  • Blusa do RHCP
  • Livros, muitos livros
Deu para perceber que não fugi muito do mundo musical, mas esse ano fiquei sem boas ideias. Não queria mais dar esse tipo de roupa para ele. Então decidi que daria alguma coisa mais pessoal que eu não vou revelar. (bobinho, só sábado. Rala daqui, Lucas, para de ler!!)

Mas procurando na internet, achei lojas que podem ser legais para vocês. 

A que eu indico pro namorado basicão é a Taco. Eles tem roupas simples, que duram bastante e algumas camisas com estampas legais, muitas vezes relacionadas ao mundo da música. Em qualquer shopping você encontra uma filial porque é uma marca bem grande. 
Mas olha, o cara tem que ser BEEEM basicão mesmo. Meu pai adora as coisas de lá porque realmente não têm muito frufru. 


Pro cara que curte muito música, como o Lucas, eu indico a Punkstein. É uma loja online muito confiável. Das vezes que comprei lá a peça veio antes do prazo e em perfeito estado (o moletom do QOTSA veio de lá, por exemplo). Você também encontra coisas relacionadas a séries. Além disso, eles vendem em diversos tamanhos as roupas e também bottons, canecas e calças. Indico de verdade (e isso não tem a ver com publicidade porque não estou recebendo nada de lá, mas bem que poderia porque meu aniversário é terça, viu, pessoal?)


Achei esse site perfeito pro Lucas porque eu acho que ele gostaria de ter quase todas as camisas e canecas daqui do jeito que é nerd. É o Zazzle. Nunca comprei por lá, mas entrem nos links (química e biologia) e olhem as belezuras pro cara que curte biologia e química principalmente. Inclusive tem várias coisas sobre cafeína, molécula orgânica favorita do meu namorado (que inclusive tem uma monografia sobre ela: #orgulho). 

Também aceito esses presentes, pessoal!! Não é surpresa pra ninguém que meu coração bate muito mais rápido quando tem química e biologia no meio. 


Para livros, não tem muito mistério. Procure na livraria mais próxima aquela sessão de livros que você sabe que o cara vai amar. Eu mesma sabia que o Lucas amava livros do Eduardo Spohr (o cara que escreveu Batalha do Apocalipse), então eu dei alguns livros desse autor para ele. Além de outros livros de aventura que ele curte. 

Deu para entender mais ou menos como funcionaria o procedimento? Mapeie os gostos do cara e procure por alguma loja que atenda aos requisitos. Vasculhe em toda a personalidade dele. Você o conhece bem! Vai encontrar algo bem inusitado que ele com certeza vai amar! 

Só não use o aniversário ou o dia dos namorados para dar aquele presente que o cara sempre recusou, porque vai ser péssimo. Nunca que eu daria um livro de culinária pro Lucas, por exemplo, porque ele não sabe/não gosta nem de fritar um ovo. Então eu procuro por algo que atenda aos gostos dele e não exclusivamente aos meus. 


Gostaram das sugestões? Comentem aí embaixo e digam o que vocês já deram de presente pros meninos que as rodeiam! 

Uma vida inteira de rock n' roll (parte II)


Eiiiii, espero que tenham gostado da parte I do post. Agora venho com a parte II. Prontos?


Paramore (25/07/2013)



As fotos desse dia foram tiradas pela minha amiga Beatriz. E essa foto em pé, mesmo que incomode a visão de vocês e só tenha a Hayley, mostra a distância exata que tínhamos do palco sem ter sido um borrão. As fotos dos meninos estão tooooodas parecendo borrões porque eles se mexem muito (ela também, masssss ela estava mais próxima de nós que eles).
O que define esse dia? Arrepio. Dos pés à cabeça. 
Primeiramente, foi o dia mais frio do ano aqui no Rio de Janeiro. Era aquele dia de chuva fina, temperatura a 12ºC durante a tarde (PUTZ) e eu com tanto casaco na mochila que parecia um cosplay de tartaruga ninja. Eu tremi de frio, nenhum guarda-chuva nos poupava. Usamos sacos de lixo preto para fazer de capa e depois de banco no chão frio. Riam, podem rir. Mas nos salvou da hipotermia.
Perto das 19:00, hora em que abririam os portões, começou uma correria descoordenada organizadas por uns sem vergonha filhos da puta que furaram a fila. Eu me desesperei, me perdi do Lucas, das meninas todas e do pessoal que estava na fila conosco. Fiquei sozinha no meio da confusão. Logo após um tempo que pareceu longo demais para mim, os reencontrei. O lado bom disso tudo é que a correria não mexeu com meu cérebro e eu pensei: "Vou manter meu lugar na fila". Com isso, fomos parar MUITO lá na frente. Mais até do que onde estávamos. Só que ficou um empurra-empurra enorme. Era coisa de você não ter como respirar e colocar o pescoço voltado para o céu na disputa de oxigênio. 
Péssima organização da Tickets for fun e do HSBC Arena. Ninguém sabia informar nada, ninguém ajudava de forma coordenada os que passavam mal e eu acho que fui encostada em todos os lugares do meu corpo. Minha sorte é que meu namorado estava do meu lado e me protegeu bastante.
Quando abriram as grades, correria. Corri feito uma louca para o interior da Arena. Tipo queniana maratonista, sabe? 
Cheguei. Estava muito perto. Absolutamente perto dos meus amores, com meu namorado e amigos perto de mim. Sensação indescritível. Ainda dividi uns biscoitos com uns caras legais antes do show começar (e isso foi crucial logo depois). 
Começo do show. Intro de Moving On. Eu não conseguia escutar a voz da Hayley porque toda a Arena cantava junto e eu também. Só de escrever isso me arrepio. Quando começou Misery Business, nos empurraram tanto que meus pés saíam do chão com os pulos e com a galera toda. 
O show foi maravilhoso. Desde 2011 eu havia prometido que o Paramore, a minha banda, eu só assistiria de perto. E eu estava a 5 metros deles, sabia que em alguns momentos eles olhavam pros meus olhos iludida e cantavam comigo. Arrepios.
Quando tocaram Part II, o Taylor num tambor tocava com uma baqueta. A baqueta voou na minha direção, mas não consegui pegar. Quem pegou? O CARA DO BISCOITO. Ele disse que ia me deixar tirar foto e pegar na baqueta. (isso soou esquisito pra vocês?)
Se me perguntarem, tudo valeu a pena. Cada segundinho de choro compartilhado com todos do meu lado, dos corações batendo na mesma sintonia, de levar memórias eternas de músicas que eu amo feitas por pessoas que amo e sempre irei admirar. Parabéns para nós, parawhores, paralovers ou apenas fãs de Paramore!


Essa sou eu incrivelmente emocionada com a baqueta. Novamente: carinha da baqueta tem meu respeito eterno. 


Onde foi: HSBC Arena/ Rio de Janeiro
Quanto foi: R$ 170,00 meia-entrada para Pista Premier
Duração do show: duas horas


Red Hot Chili Peppers (09/11/2013)

Milhões de desculpas pela foto retirada pelo celular falecido e postada no Instagram, mas era a única que realmente mostrava algo do show e vocês já entenderão.

Dia de puro êxtase musical. Não sei se sabem, mas meu namorado é um fã louco do Red Hot Chili Peppers e eles sempre foram uma banda de rock referência para mim (e a que eu mais gosto depois do Paramore). Meu sonho desde os 12 anos era assistir a algum show deles e não era segredo para ninguém. Assim que eles anunciaram que viriam ao Brasil, tremi. Eu e Lucas praticamente fomos no céu e voltamos, então começamos a poupar grana. Finalmente com o ingresso em mãos, dia 9 de novembro eles vieram ao Circuito Banco do Brasil.
Chegamos ao local bem cedo e ficamos na fila, camisas da banda vestida e com a roupa mais confortável possível. Fui de tênis com short porque era um novembro muito quente aqui no Rio de Janeiro. Assim que abriram os portôes, eu e Lucas corremos para a frente do palco e lá ficamos. Colocamos cangas na grama, nos protegemos do sol como podíamos. É importante lembrar que bebidas e comidas lá dentro eram caríssimos. Quando começou a show dos Raimundos (era um festival, lembram?), a galera começou a pular muito e a sede no calor de 40ºC foi ficando impraticável. Lá na grade (onde eu estava) não chegava nenhuma comida ou bebida então a produção foi jogando copos de água (que estavam a seis reais) para o pessoal. Foi o que nos salvou até o show dos Peppers. Depois do ótimo show dos Raimundos, vieram os Titãs e fizeram um show bem digno também. Curti muito os dois.
O terceiro show foi do Yeah!Yeah!Yeahs!. Os caras não são ruins, mas não fazem meu estilo de show. Esperei pacientemente, mas uma galera fã dos Peppers estava ansiosa querendo-os no palco e foi meio mal educada com o pessoal do YYY. 
Quando chegou a hora dos Peppers eu tremia. Fiquei em frente ao maior baixista de todos, o Flea. Ver o cara mandando ao vivo as músicas que você escuta desde pequena é algo surreal. Destaque para a desidratação total que se seguiu depois de Under the bridge, a minha favorita deles. A sorte foi que o Lucas era goleiro antigamente e conseguiu agarrar várias garrafas de água que a produção jogava no pessoal da frente que não tinha acesso aos vendedores. 
O show superou todas as minhas expectativas. Na setlist dos americanos, os clássicos como Dani California, Californication e The adventures of raindance Maggie. 




Onde foi: Parque dos Atletas - Circuito Banco do Brasil/Rio de JaneiroQuanto foi: acho que R$ 90,00 meia-entradaDuração do show: o show dos Peppers durou aproximadamente 1:30min, mas no geral ficamos durante umas 8 horas com música no festival.


Capital Inicial (11/04/2014)

Perdão pelas cabeças aí na frente, mas a realidade é a realidade vista por um celular durante a madrugada.

Mês passado anunciavam sem falar na Rádio Cidade (a única rádio que toca rock aqui no Rio de Janeiro) que haveria um show do Capital Inicial bem pertinho da minha casa! Eu estava realmente sem nenhuma grana, mas meu namorado me surpreendeu com um ingresso. Coisinha linda, não? Então fomos e fiz questão de ficar o mais próximo possivel. A galera da frente era da pista premium. 
O show foi realmente muito bom porque eu sabia praticamente todas as músicas de cor. Eu pulava e gritava muito. Era uma das poucas adolescentes que realmente acompanhou tudo. 
Na setlist, músicas como Fátima, Primeiros Erros e algumas do álbum novo. Tocaram ainda Tudo que vai, que não entrava mais na setlist mas é uma das minhas favoritas!


Onde foi: Iate Clube Jardim Guanabara/Rio de Janeiro
Quanto foi: R$ 35,00 meia entrada
Duração do show: aproximadamente duas horas.


Espero que tenham gostado dos posts, pessoal! Foram feitos com muito carinho para vocês!

Uma vida inteira de rock n' roll (parte I)



Chegou maio finalmente!! Não sei se vocês sabem, mas é o mês do meu aniversário. Dia 20 eu venho aí para a maioridade e quero ver quem me segura (dinheiro, mãe, pai, responsabilidades, vestibular...)

Não sei quem acompanha meu instagram, mas devem ter percebido que há alguns dias eu postei fotos de um ingresso do show do Capital Inicial. Siiiiiiim, eu fui! E essa foto acima é desse show mesmo, que aconteceu dia 11 de abril! Pensando nisso e na quantidade incrível de shows que eu já fui, decidi fazer para vocês um apanhado das minhas experiências. Pode ser? 

Quando me perguntam porque eu amo shows de rock, a resposta mais legal e verdadeira sempre é: "Porque toda vez que assisto ao show de uma banda que gosto, posso ouvir as músicas tocadas lá com uma percepção e emoção completamente diferentes". Você lembra da sua alegria no dia, em como foi incrível estar próximo a pessoas que você admira e tudo o que passou.

O post é grande e sera dividido em duas partes. A primeira com os 3 primeiros shows e a última com os 3 últimos que fui. 

1º show: Paramore (19/02/2011)


Essa foto foi tirada por uma fanbase do Paramore que eu não lembro qual. E ela é mais especial que qualquer outra por vários motivos.
Não sei se já perceberam, mas sou fã de Paramore desde os meus 12 anos. Então, sim, tem 6 anos que eu acompanho a banda e em 2011 foi quando tive a primeira oportunidade de vê-los. Fui de pista comum mas eu fiquei relativamente perto porque... Olha quem é que está no primeiro plano? Isso mesmo, sou eu! Essa música foi Playing God e a Hayley inclusive apontou para mim, que estava lááááá no alto (em cima do irmão da minha amiga, valeu Victor!). 
Esse foi o show mais incrivelmente insano da minha vida. Tanto por ter sido o primeiro que fui, quanto o primeiro da minha banda favorita ou por ter só 14 anos e poder desfrutar de tanta emoção. Já faz três anos, mas posso fechar os olhos e voltar pra sensação de lá. Além de tudo isso, havia o sentimento de união ao gritar "We are Paramore" porque a turnê aconteceu cerca de dois meses depois da saída dos Farro. Nós ainda éramos Paramore (e somos!).
Fiquei por cerca de 8 horas na fila. A banda foi, como sempre, pontual. O show foi maravilhoso. Na setlist, músicas do até então recente álbum Brand New Eyes e antigas. Rolou Misery Business, Ignorance, Careful, Decode e When it rains. Detalhe para uma desidratação pelos olhos com The only exception e Decode. Aiiii meu coração! 

Onde foi: Citibank Hall/ RJ
Quanto foi: R$80,00 a meia.
Tempo de show: Duas horas



Avril Lavigne (31/07/2011)

Não tenho fotos desse show porque foi bem complicado para mim.
Eu estava ansiosa, mas nunca fui muito fã de Avril. Sempre gostei bastante só que nunca foi algo "OHHH" então já fui tendo em mente que nada superaria o Paramore. Bem, ela superou muito as minhas expectativas. A Avril sabe animar um show e tem uma energia muito boa. O ruim é que fiquei bem mais atrás do que no show do Paramore (apesar de ter conhecido pessoas maravilhosas na fila). 
O problema é que no meio do show eu comecei a sentir uma fraqueza no joelho esquerdo. Era meu último dia de férias e no dia seguinte eu teria aula. Comecei a ficar preocupada. De repente, meu joelho cedeu e caí. Curti o resto do show apoiada em pessoas (me desculpem) e com uma dor imensa. Para sair, eu caí novamente. Bem, eu tive um derrame articular no joelho e fiquei sem andar durante 15 dias entre ressonâncias magnéticas, bolsas de gelo e imobilizações. Depois disso meu joelho nunca mais voltou ao normal.
Na setlist, estavam hits como What the hell, Smile e a nunca velha I'm with you. 

Onde foi: Citibank Hall/ RJ
Quanto foi: R$90,00 a meia.
Tempo de show: Duas horas


Paralamas do Sucesso (maio/2012)



Com esse show, meu objetivo é causar inveja em vocês. 
Eu fui estudante da Fiocruz durante os três últimos anos (Fiocruz é minha grande saudade e produtora das vacinas que a gente toma, um lugar que é o coração da ciência brasileira). Num belo dia de aula descobrimos que os Paralamas do Sucesso estariam fazendo um show de graça, 0800, for free em frente ao castelo. Nem conversamos ou pensamos demais.
No dia seguinte, dia do show, saimos da aula e decidimos rodar todo o campus brincando e rindo demais. As fotos maravilhosamente engraçadas que foram para a formatura são prova de que esse dia foi muito engraçado. Avistamos o palco, largamos as mochilas cheias de material escolar embaixo dele e começamos a dançar e cantar e rir e fazer gracinha. Algumas poucas horas depois entrou o Paralamas. O pátio exterior do castelo já estava lotaaaaaaaaaado! A gente conseguiu dançar muito encostando as mãozinhas no palco. Estão ai as fotos sem zoom que não nos deixam mentir.
Na setlist, Meu erro, Lanterna dos Afogados e Óculos. 

Onde foi: Em frente ao castelo da Fiocruz
Quanto foi: não custou nadaaaaaa
Tempo de show: aproximadamente duas horas


Espero que tenham gostado da parte I. A parte II já está pronta, mas eu postarei só depois, ok? (:


Primeiríssimo

Esse é o terceiro blog que tento. Por problema com plataforma, layout e tudo o mais, espero conseguir acertar dessa vez com vocês.
Alguns posts eu vou puxar do antigo porque são os meus favoritos, mas prometo postar sempre que puder.
Dia 1º de janeiro eu inauguro isso aqui. Acompanhem pela fan page no facebook e sigam-me!
Beijos, Ana Beatriz